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Coluna

Hérnia de Disco

a maior parte das hérnias responde sem cirurgia.

Hérnia de disco no exame não significa cirurgia. Muitos pacientes com hérnias grandes não têm dor — e muitos com dor têm hérnias pequenas. O que importa é o quadro clínico, não a imagem isolada.

Sintomas mais comuns

Como se manifesta.

  • Dor lombar ou cervical que irradia
  • Formigamento ou dormência em membro
  • Perda de força localizada
  • Piora ao sentar, tossir ou esforçar
Causas frequentes

O que está por trás.

  • Sobrecarga mecânica acumulada
  • Postura e biomecânica inadequadas
  • Trauma agudo ou microtraumas
  • Degeneração discal natural
Como tratamos

O caminho na BIOPAIN, passo a passo.

  1. 01Reanálise crítica da ressonância + correlação clínica
  2. 02Bloqueios radiculares guiados por fluoroscopia
  3. 03SIS para modulação da dor neuropática
  4. 04Reabilitação focada em estabilização do core
  5. 05Cirurgia minimamente invasiva apenas quando estritamente indicada
Mitos e verdades

Desfazendo crenças comuns.

Mito

Quem tem hérnia de disco precisa operar.

Verdade

Mais de 80% dos pacientes com hérnia sintomática melhoram com tratamento conservador bem conduzido. A cirurgia é indicada em critérios específicos — déficit neurológico progressivo, dor intratável, perda de função importante.

Mito

Hérnia grande na ressonância significa caso grave.

Verdade

Tamanho de hérnia não é sinônimo de gravidade clínica. Existem hérnias enormes assintomáticas e protrusões pequenas com dor intensa. O que decide o tratamento é o conjunto: imagem + sintomas + exame físico.

Mito

Quem tem hérnia não pode se exercitar.

Verdade

Exercício adequado é parte central do tratamento. Plano de estabilização do core, fortalecimento e mobilidade direcionados reduz dor e melhora função muito além do repouso.

Quando procurar

Antes de aceitar cirurgia de coluna, vale uma segunda opinião investigativa. Muitos casos têm alternativa.

Segunda opinião

Hérnia de disco no exame não decide cirurgia — o quadro clínico sim

Reanálise da ressonância, bloqueios guiados, SIS e plano de reabilitação — para evitar cirurgias precipitadas e tratar a causa real da dor.